
Pelé e Coutinho são os artilheiros do confronto, com quatro gols cada, seguidos de Dorval, com três. Já os pontas Pepe e João Paulo anotaram dois cada. Hoje é dia de colocar mais gente nessa conta: Neymar, Elano, Zé Love, Danilo…

Pelé e Coutinho são os artilheiros do confronto, com quatro gols cada, seguidos de Dorval, com três. Já os pontas Pepe e João Paulo anotaram dois cada. Hoje é dia de colocar mais gente nessa conta: Neymar, Elano, Zé Love, Danilo…

Foi contra os paraguaios do Cerro que tivemos nossa redenção nesta Libertadores. Era vencer ou vencer. E vencemos! Já agora, pelas semifinais, vencemos no Pacaembu e abrimos vantagem na decisão.

Sem ter jogado a final da Libertadores, em 2003, Elano revive expectativa de fazer história no Santos, há três jogos da decisão: “Vou lutar pra que isso venha a acontecer novamente”.

Fomos adversários na primeira fase desta Libertadores e são estes os duelos entre as equipes, neste Século XXI. De novo, vantagem santista: uma vitória no Paraguai e um empate na Vila Belmiro.

Nosso artilheiro máximo no Século continua sendo Elano com cinco gols, seguido do menino prodígio Robinho com quatro. Depois temos Renato e Alberto com três. Neymar tem dois. Poderia aumentar sua conta hoje, não?

Trata-se de Elano, com cinco gols, seguido do menino prodígio Robinho, com quatro. Inclusive, ambos marcaram na grande final de 2002. Neste Século foram disputadas 33 partidas e a vantagem é nossa: Santos 16×12.

O volante Moradei – e não Moacir, o substituto imediato de Alessandro, suspenso pelo terceiro cartão amarelo – deve sair jogando no domingo, improvisado na lateral-direita. Uma tentativa de parar Neymar?

Primeiro jogo ocorreu em 1959, pelo Pentagonal do México – e o Santos venceu por 5 a 0. O último foi em 2008, quando o Peixe fez 1 a 0 na Vila. Pelé também é parte da história. Em 1970, marcou seu gol nº 1.014 diante dos mexicanos.