
O hexagonal contou com equipes como o West Ham, da Inglaterra, o Yomiuri, do Japão, e a própria Seleção Japonesa. Na final, diante da Seleção do Uruguai, o Peixe goleou por 4 a 2 – dois de Mirandinha e dois de Zé Sérgio (foto).

O hexagonal contou com equipes como o West Ham, da Inglaterra, o Yomiuri, do Japão, e a própria Seleção Japonesa. Na final, diante da Seleção do Uruguai, o Peixe goleou por 4 a 2 – dois de Mirandinha e dois de Zé Sérgio (foto).

Peixe não vence o rival desde 2009, quando garantiu vaga nas finais do Paulista. Neste século, o atacante Kléber Pereira é o maior goleador do Santos, com quatro gols marcados diante do alviverde.

Assim como em 1962, nessa final haverá o retorno de nosso camisa 10, Paulo Henrique Ganso, como retornou Pelé, no terceiro duelo, em Buenos Aires. O Rei simplesmente destruiu o rival, anotando dois gols.

Pelé e Coutinho são os artilheiros do confronto, com quatro gols cada, seguidos de Dorval, com três. Já os pontas Pepe e João Paulo anotaram dois cada. Hoje é dia de colocar mais gente nessa conta: Neymar, Elano, Zé Love, Danilo…

Foi contra os paraguaios do Cerro que tivemos nossa redenção nesta Libertadores. Era vencer ou vencer. E vencemos! Já agora, pelas semifinais, vencemos no Pacaembu e abrimos vantagem na decisão.

Sem ter jogado a final da Libertadores, em 2003, Elano revive expectativa de fazer história no Santos, há três jogos da decisão: “Vou lutar pra que isso venha a acontecer novamente”.

Fomos adversários na primeira fase desta Libertadores e são estes os duelos entre as equipes, neste Século XXI. De novo, vantagem santista: uma vitória no Paraguai e um empate na Vila Belmiro.

Nosso artilheiro máximo no Século continua sendo Elano com cinco gols, seguido do menino prodígio Robinho com quatro. Depois temos Renato e Alberto com três. Neymar tem dois. Poderia aumentar sua conta hoje, não?