Confira nossa coluna CONFRONTOS entre SANTOS e Peñarol.
Século XXI e HISTÓRICO GERAL
Balanço
Como já foi dito aqui na semana passada, esta decisão da Taça Libertadores de América é o primeiro duelo entre santistas e uruguaios, neste Séc. XXI. Por conta do empate da primeira partida, nossa vantagem segue com nove vitórias contra sete do rival e, agora, cinco empates. Continuamos com 34 gols, enquanto nosso adversário mantém os 30.
Então, para não ser repetitivo, vou falar de alguns números e curiosidades.
Os deuses do futebol estão com a gente!
Eu, como a maioria – para não dizer a totalidade – dos torcedores, tenho um lado todo supersticioso para os jogos do Santos. Pois bem, não é que este jogo é uma ótima oportunidade para realçar inúmeras coincidências e curiosidades?
Comecemos pela feliz conspiração do destino que propícia ao Santos FC fazer sua 100ª partida na competição justamente numa final. Quantas equipes no mundo, em qualquer competição importante, tem este privilégio? Coisas que só o nosso Alvinegro pode ter.
Esta é a nossa Libertadores de número 11, ou seja, o mesmo número da camisa de nossa principal estrela: Neymar. Quer mais? Assim como naquela ocasião, nessa final haverá o retorno de nosso camisa 10 (que na Vila, não é número, é instituição), Paulo Henrique Ganso, como retornou Pelé, no terceiro duelo, em Buenos Aires. O Rei simplesmente destruiu o rival, anotando dois gols.
Nossa primeira conquista foi justamente contra o time uruguaio, em 1962, quando éramos a base da Seleção Brasileira de futebol, como agora. Na seleção campeã do mundo Gilmar, Mauro, Zito, Coutinho, Pelé, Pepe e Mengálvio faziam parte do escrete canarinho. Agora temos Neymar, Ganso e Elano e por que não dizer, Robinho?
Para arrematar, jogaremos no Pacaembu onde alcançamos todos os resultados que precisávamos no torneio, mesmo naquele empate que tivemos contra o Once Caldas. E se pra você ainda não está bom, basta lembrar que o jogo que nos colocou nas fases de mata-mata da Libertadores, contra o Deportivo Táchira, aconteceu também na véspera de um feriadão prolongado, como este.
Enfim, agora só preciso colocar a camisa branca, a especial da Libertadores, que comprei na véspera da partida contra o Colo-Colo na Vila Belmiro (quando mentalizei EU ACREDITO), me barbear e ir pro estádio com meu amigo Bodão.
Silvano Caiçara
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